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sábado, 10 de outubro de 2009

Terceiro dia de SOCINE

Eu não pude comparecer ao segundo dia,portanto temos um pulo para o terceiro e ultimo dia do encontro.Muito proveitoso. A tarde começou na mesa de cinema brasileiro até a década de 50,com a fala da colaboradora do blog Priscila Xavier sobre o cinema cinetífico,precisamente um filme do Instituto Butantan. Qual a relação entre estes documentários e a noção de progresso existente na sociedade na época?Como eles se inserem?Depois do intervalo, a mesa sobre cinema e tv com as falas sobre a geração 68 e sua construção mitica pela globo através de suas misséries,qual a identidade que foi forjada pela emissora; seguida da fala sobre o globo reporter e sua aproximação ou não com o cinema e com o documentário jornalistico.
Para fehcar, seminário com Educardo Escorel sobre documentário de memória. Tema que me trouxe algumas reflexões sobre o perigo de querer se achar a verdade.Na fala de Escorel apareceu muito isto e o compromisso com esta,mas o que é verdade?Nenhum documento é isento,sendo assim voce contrói uma linha de pensamento e não verdades. O interessante foi aproximar o trabalho do documentarista ao do historiador,só é necessário ter em mente que nunca se encontrará verdades e o compromisso pode ser com os fatos e ponto.São coisas muito diferentes.
Não sei como foi o balanço final para o Socine,hoje eles se reuniriam e amanha tem reunião na Cinemateca logo pela manha,mas para mim foi bem positivo pela qualidade dos trabalhos apresentados e pela diversidade de temas também.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Primeiro dia de SOCINE

Está tarde,mas como o prometido faço um balanço sobre este primeiro dia.
Hoje na minha agenda, era dia de construção de indentidade. Começou com Cinema Conteporaneo, e a construção da identidade nacional através dos filmes de sertão,quais as diferenças de realidades e de projetos construídos pelo sertão do cinema novo e o da retomada, o coletivo versus o individual, e onde estão os detentores do poder e seus excluídos.Depois do almoço, Cinema e Literatura I, a apresentação que me chamou atenção foi a do filme nunca exibido em circuito chamado Exu- Pía, trata-se de uma releitura de Macunaíma que tem como ponto de partida a peça de Antunes no final da década de 70,mas que mistura com ficção,relacionando-se com o filme de Joaquim de Andrade,pela escolha de um dos atores para o papel do herói, pelo universo pop,mas muito mais tropicalista, e com influencia na edição e na escolha do universo caótico com O Bandido da Luz Vermelha. Fiquei com vontade de assisti-lo.Para terminar, cinema frances e a transnacionalidade, o imigrante no cinema contemporaneo. Qual a posição que esta segunda geração de imigrantes possui na sociedade francesa?Estrangeiros na própria terra,uma vez que não são aceitos socialmente na Europa,mas também não pertencem ao país de origem de sua família,sendo sua formação híbrida.
E depois de muitas mesas, Eduardo Escorel e o documentário. Hoje falamos de doc de observação. Quais as limitações do genero.Como Cris Marker anteviu a lacuna que esta maneira de fazer domentário possui. Se as imagens por si só carregam significados. Até onde o cinema direto que se propõe a não interferencia consegue ser imparcial.
Amanha tem mais.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

13 SOCINE

Amanha começa ao 13 SOCINE. Hoje é a abertura na Cinemateca,com a palestra de Vicente Sanchez- Biosca da Universidad de Valencia sobre a Guerra Civil Espanhola e o imaginário bélico. Começa as 20h.
A partir de amanha,maiores informações sobre as mesas e o Seminario com Eduardo Scorel, que ocorre a partir das 19h no CINUSP até sexta.
Maiores informações em www.socine.org.br